Sinto medo quando estou assim deste jeito frio coração desprovido de sensações como água parada estagnada sem ter por onde fugir... Com o vazio no horizonte não sinto o Céu não vejo os montes a Lua dourada sumiu meus olhos estão opacos sem ter por quem sofrer por quem chorar por quem amar... Estou rodeada pela insensibilidade de meus sentimentos... Vulcão extinto doces lavas secas o magma endurecido tudo diluiu-se simplesmente esvaiu-se... Nem rancor nem dor nem saudades. a cabeça é como se não fosse minha recusa-se a pensar unicamente isto é a inexistência do que nunca houve de uma lembrança do que jamais será delírios que nunca foram sentidos é o não-ser é a escuridão é o NADA que pego DA DEVASSIDÃO DOS MEUS SENTIDOS com minhas próprias mãos!
Que a força do medo que tenho não me impeça de ver o que anseio. Que a morte de tudo que acredito não me tape os ouvidos e a boca. Porque metade de mim é o que eu grito, mas a outra metade é silêncio.
Que a música que eu ouço ao longe seja linda, ainda que triste. Que a mulher que eu amo seja sempre amada, mesmo que distante. Porque metade de mim é partida e a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo não sejam ouvidas como prece nem repetidas com fervor, Apenas respeitadas como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimento. Porque metade de mim é o que eu ouço, mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora se transforme na calma e na paz que eu mereço. Que essa tensão que me corroe por dentro seja um dia recompensada. Porque metade de mim é o que eu penso e a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste, que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável. Que o espelho reflita em meu rosto o doce sorriso que eu me lembro de ter dado na infância. Porque metade de mim é a lembrança do que fui, a outra metade eu não sei...
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria para me fazer aquietar o espírito. E que o teu silêncio me fale cada vez mais. Porque metade de mim é abrigo, mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta, mesmo que ela não saiba. E que ninguém a tente complicar porque é preciso simplicidade para fazê-la florescer. Porque metade de mim é a platéia e a outra metade, a canção.
E que minha loucura seja perdoada. Porque metade de mim é amor e a outra metade... também.
O quanto, menina, anseio Beijar-te toda, teu seio, Cabelos, pele e boca, Levar-te ao delírio extremo, Calar-te enquanto gemo, Enquanto te faço louca...
Quero adentrar verdejantes Matas, vales excitantes, E me perder em desejos... Quero atar-te junto a mim, Fazermos amor sem fim, Me consumir com teus beijos...
Enquanto estivermos longe Me comporto como um monge, Apenas ao teu dispor. És meu sonho desejado, Meu paraíso encantado, Minha fábrica de amor!
Se fiquei esperando meu amor passar Já me basta que então, eu não sabia Amar e me via perdido e vivendo em erro Sem querer me machucar de novo Por culpa do amor Mas você e eu podemos namorar E era simples: ficamos fortes. Quando se aprende a amar O mundo passa a ser seu Quando se aprende a amar O mundo passa a ser seu Sei rimar romã com travesseiro Quero a minha nação soberana Com espaço nobreza e descanso. Se fiquei esperando meu amor passar Já me basta que estava então longe de sereno E fiquei tanto tempo duvidando de mim Por fazer amor fazer sentido. Começo a ficar livre Espero. Acho que sim. De olhos fechados não me vejo E você sorriu pra mim "Cordeiro de Deus que tirai os pecados do mundo Tende piedade de nós Cordeiro de Deus que tirai os pecados do mundo Tende piedade de nós Cordeiro de Deus que tirai os pecados do mundo Dai-nos a paz...
Nas labaredas dos olhos Ardem sonhos devassos Círculos de fogo Palco iluminado Prefácio do nosso ato... Gosto de adivinhar O que dizem os seus olhos Abrir as cortinas Penetrar suas retinas Descobrir sua se(Creta) ilha Seguir sua trilha Te despir sem te tocar... Te provocar... Testar seus instintos Até o limite máximo do olhar Abismo profundo Não é possível voltar Rompemos os círculos Nos atiramos no fogo Deixamo-nos queimar...
És fogueira que dá azo ao soar da minha pele Arejas-me de emoções tórridas e intensas Ao receber no rosto o vento do teu vestido Quando giras viva numa dança sensual Que me seduz o olhar e me faz desmaiar Numa fantasia provocante que me atrai A dançar contigo pelas orbitas do universo Abrindo fendas de uma fornalha ardente Que ruge sob os nossos corpos embrulhados Em labaredas de pecado com luz de explosão Deixando nossos corpos a deslizar eufóricos Numa avalanche violenta de prazer louco Uma loucura esvaziada numa troca de toques Incandescentes pelos lençóis que roçamos Deixando um rasto perfumado de sexo Que faz perdurar esta vontade constante De querer estarmos dissolvidos em nós Depois de um toque e um olhar sugestivo Mais um olhar de sim mutuo e mais um toque E a nossa dança continua flutuando ardente Pelos poros da nossa pele corada de entrega E o nosso respirar ofegante hipnotiza a noite
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Noite, ansiedade, desejos, solidão Te espero... Você tão longe... uma vã espera... O luar desenha formas nas paredes Ouço uma música suave, de amor... Solidão, de repente sinto uma brisa... E um perfume, teu perfume Vento cúmplice, trouxe teu cheiro... E você tão longe.. Fecho os olhos...Sonho... e no sonho, Te trago aqui juntinho... E as lembranças, da nossa ultima noite... Quando nos amamos com loucura... Olhos fechados... Sonho... E no sonho revivo os momentos... Nossos momentos... Que vivemos com toda intensidade. Beijos, carícias, cumplicidade... Mãos percorrendo os corpos... Lábios colados murmuram frases românticas. Abraços. Gestos ousados...muito ousados Afagos... Beijos nos locais mais desejados... Ali... Sussurros. Gemidos... Dois corpos, agora nús, se tocam. Corpos quentes, rolam pelo chão. Êxtase... Só em lembrar...arrepio... Tesão... Pelas lembranças... te quero agora O vento está forte...a música... Te sinto... Grito teu nome... Êxtase... De repente...o silêncio...
Acabou a música... parou o vento... Somente o luar, cúmplice... Nesta noite de solidão...
Na imensidão das minhas asas, Que me fazem voar sem limites, Pairar pela eterna busca… Na desenfreada procura do teu Amor.
Pelo teu corpo de cetim negro… Que contemplo e protejo. Ensejo o desejo de percorre-lo, Com as minhas mãos, Inseguras no toque… Tremulas de prazer… Mas Firmes e determinadas, No querer…
No teu corpo de ceda Negra… Que beijo e mordo, Que salivo e percorro… Com a minha boca, Ingiro o teu cheiro… Devoro o teu desejo… Seguro o teu estremecer… De Prazer…
E voo neste teu mundo de trevas Convicto de certezas… Da minha Paixão… Navego num mar de sonho, De um dia voltares comigo, Ao meu sétimo céu… No fundir da tua alma negra. Com a minha Aura branca…
Achei essa no fundo do báu. Uma música da Laura Pausini desconhecida para muitos.
Adoro demais! e a coloquei como música tema do Blog.
Esse clip Final Fantasy com a música ficou ótimo.
Uma Milha Extra
Olhos incontáveis estão prestando atenção Nessa nossa melhor hora É tempo de compreender o sonho E quem nós somos realmente
Eu vou congelar este espaço e tempo Eu subirei para me encontrar com o chamado Agarre o momento, e faça-o só seu Completamente
Em linha reta como uma flecha voa Eu correrei para a linha de chegada Com toda força que eu encontrar Meus pés não tocarão no chão Eu escalarei as alturas se eu acreditar Suas asas da fé tomarão conta de mim Eu irei à distância apenas ao meu alcance Os braços para onde estou correndo Eu irei uma milha extra para você
Eu sei que não será fácil Fazer você compreender Que eu vou alcançar a glória E a colocarei em suas mãos
Porque você é a luz que me faz brilhar Você é o herói em meus olhos Ganha ou perca, faça ou morra Eu estou apontando para o alto Em linha reta como uma flecha voa Eu correrei para a linha de chegada Com toda força que eu encontrar Meus pés não tocarão no chão Eu escalarei as alturas se eu acreditar Suas asas da fé tomarão conta de mim Eu irei à distância apenas ao meu alcance Os braços para onde estou correndo Eu irei uma milha extra para você
(Vá a milha extra) no fim (Vá a milha extra) Para que eu possa dizer Eu dei tudo de mim ao mundo para ver E eu faria tudo outra vez Eu iria a uma milha extra por você Sabendo que valeria a pena Eu iria a uma milha extra por você
Tua boca... Sim... Tua boca O desejo tomou conta de mim ao beijar tua boca. Os meus lábios ainda pressentem o próximo toque dos teus. Boca linda... Lábios vermelhos. Desejo trazer junto comigo, sempre, esse sabor de mulher. Encostei meus lábios nos teus, as bocas se juntaram, Se encontraram. Tão belas...Tão ávidas... Tão ansiosas. Bebi ali todo o teu veneno. Bebi ali todo o teu desejo. Dali, tua pele sensível ao toque, Se desvendou para minhas carícias. Meus lábios tocaram a tua pele,lábios peregrinos visitaram seus refúgios. Minha mulher... Lindo desejo. Deixei algo de mim no teu beijo que não recupero jamais. Entrei no teu quarto. Sentada na cama. Cabelos soltos. Beleza sem par. A materialização da mulher. Linda como nunca... Fêmea. Tu falavas e eu... Embriagava-me de ti... Embebia-me de ti. Prendia-me o olhar... Um ar de sedução. Beleza... Fascínio... Calor. Soltei o pensamento. Te quero... Agora. O desejo me integrou. Recebi a tua mão no meu rosto e a carícia me tocou por dentro. Entreguei-me. Deitaste sobre meu corpo. Um beijo na minha boca, suave. Mulher apaixonada... Rendida à magia. Te afastaste. Um seio para fora, colocado sobre meus lábios. Lábios secos aveludados, percorrendo lentamente a auréola. Lábios macios, tocando a ponta dos mamilos. Gemidos... Murmúrios... Arrepios. Dentes sem força. Ponta da língua... Leve... Suave. Corpo perfeito. As mãos percorrendo a geografia da pele. A topografia da carne. A ponta dos dedos, a palma das mãos, Em lenta progressão por caminhos indecifráveis. Penugens. Dos braços... Das pernas... Das coxas. Calor. Teu corpo está quente. Cheiro de fêmea... Fragrância... Prazer. Sabor. Todos os sentidos presentes. Delícias. Deitei-me sobre ti. Te cobrí com meu corpo. Tuas coxas me tocam os flancos, bocas que se encontram, Línguas que se integram, braços que se enlaçam,