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Estados Unidos, Connecticut, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, English
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BRIDGET FONDA

Bridget Jane Fonda (Los Angeles, 27 de Janeiro de 1964) é uma atriz norte-americana.

Faz parte de uma família de atores no quais se destacam seu pai, Peter Fonda; seu avô, Henry Fonda; e sua tia, Jane Fonda.

Bridget é casada com o compositor Danny Elfman com quem tem um filho, Oliver, nascido em janeiro de 2005.

Sou apaixonado e fã dessa mulher . O Beijo do Dragão (2001) , estrelado por ela e Jet Li, me deixou fascinado por sua beleza, carisma e sorriso. Ela me lembra muito nossa Paula Toller do Kid Abelha , onde mulheres com o passar do tempo ficam mais belas e charmosas

 

 



Escrito por Snap_Skol às 21h06
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Todos sabemos que muitas dores são obstinadas e indesejáveis
aliadas do amor. Mas quem nesse mundo desprezaria os sabores e os prazeres de um romance com receio de sentir seu amargor, suas possíveis decepções? Como renunciar aos perfumes da paixão, com medo de um sofrimento que pode estar guardado no futuro, num pedaço do tempo que ainda não sentimos seu caminhar?

Como dizer não aos prazeres da carne e da alma, quando nos aperta o peito o bater acelerado do nosso coração desatinado que fala mais alto dentro do nosso mundo conselheiro? Como a vida é bela somente pelos encantos que oferece, quem ousaria não entrar nesse barco para iniciar uma talvez acidentada viagem sentimental pelo mundo dos sonhos que maravilham nossos dias.

Mesmo sabendo que o amor e desamor andam de mãos dadas, que importa o amanhã se hoje beberemos do suor dos amantes. Que venha o futuro com a inconseqüência do seu desfazer de nós que foram atados pela sadia alucinação do amor. Quem desprezaria as juras de amor que julgamos eternas, sussurradas aos nossos ouvidos pelas bocas rubras que beijamos, que nos enfeitiçam com seus aromas, que desenham estradas ardentes no solo fértil das nossas peles apaixonadas?

Sabemos que no amor o impossível quase sempre acontece, mas quem na ânsia de ver seu reflexo no colorido de outros olhos teria a imensa e insana coragem de se afastar da sua alma parceira, temendo o que ainda não podemos ver, adivinhar?

Que venha o dia seguinte, se hoje estamos enfeitiçados pela profusão da lua cheia, pelas estradas das estrelas, pelos ventos que invadem nossas janelas, desalinham nossos cabelos enluarados, descobrem todos os nossos lençóis, nossos segredos, nossa paixão.

Que partam para longe os feiticeiros que inventaram o desamor, se hoje a fantasia da vida pinta com as cores dos arco-íris as paredes das nossas alcovas amantes. Que voem nos maus ventos esses feiticeiros que inventaram o sofrimento, se temos ao amanhecer um jardineiro encantado plantando nas nossas janelas o colorido das orquídeas. Semeando nas nossas almas o nascer de uma floração que se extasia com cada traço de luz que nasce pelos olhos coloridos de uma nova alvorada.

Que carta ameaçadora pode nos mandar o futuro falando de um amor que findou, se hoje podemos espalhar pelo chão ardente de um amor que nos incendeia as entranhas, infindáveis páginas escritas pelas línguas ávidas de desejos, que recitam poesias em nossos corpos vibrantes, que escrevem versos nas nossas carnes trêmulas de desejos. Por que precisamos adivinhar o que vem sendo costurado pelo tempo, se hoje podemos costurar nossos próprios sonhos, escrever nossa história apaixonada nos travesseiros alvos, nas cobertas macias, com nossas mãos audaciosas e valentes carregadas do mais ousado amor do mundo.

Hoje, particulamente, não me preocupo com o declínio de um amor, com as emboscadas que possam me surpreender, com o recuo de um afeto, se agora, são imensamente intensas e extensas as glórias do amor e da paixão. Que o futuro e os feiticeiros da dor ardam no fogo da inveja, porque só o hoje interessa ao meu coração.

Ass: Desconhecido



Escrito por Snap_Skol às 22h26
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Sou fêmea ardente,
cujo sangue quente, me torna vadia a fazer estrepolias,
quando um macho audaz a me provocar,
me torna voraz...
Quando eu te montar, entre galopes e corcoveios,
verás uma Amazona com chibata na mão,
não ousarás desafiá-la, meu Cavalo Alazão...
Amazona sou, do Potro do Amor,
e com coragem, ouso enfrentá-lo,
sou destemida, potranca aguerrida...
A ti vou laçar, montar e domar,
verás como é uma doida mulher,
que sabe o que quer, e como obter,
de um macho carente, o máximo do prazer...
Como castigo terás, que meu corpo lamber,
fazer-me delirar, quando eu te ensinar a Arte de Amar...
Conhecerás meus caminhos com os descaminhos,
onde tu farás guarida, submisso e servil,
de seu membro viril...
Dona de infinito tesão,
entro em convulsão, quando estou a pensar,
neste cavalo de raça, a me fazer pirraça,
deixando-me esperar, para me devorar...
Surpresa vou te fazer, te farei enlouquecer,
com meu jeito arredio,
mas não deixo de ser, uma fêmea no cio...
Terás que fazer um amor constante,
sexo extravagante, sem dogmas e sem regras,
sem falsos pudores, com nossos corpos molhados,
por nossas seivas derramadas...
Sexos latejantes, dois amantes pelo tesão dominados,
feras que estavam enjauladas,
de rotina enclausuradas,
destino pelo Céu traçado, que vieram a se encontrar,
para sua paixão amenizar...
Bocas luxuriantes, em nossos corpos passeando,
pernas entrelaçadas, em um sensual furor,
na estranha e linda dança do amor...
Quero teu membro em riste,
penetrando-me à noite inteira, de gozo me lambuzando,
entrando em qualquer lugar,
em meu louco jeito de amar,
sou eu, quem ordens vai dar...
Corpos em cópula ardente,
de orgasmos freqüentes, a provocar combustão,
até chegar, ao ponto de exaustão...
Gritos lascivos, indecentes,
sem censuras, amor de pecado,
sem limites no se dar, neste prazer irrestrito,
fugindo das raias do normal, no tesão febril,
causado por este insano prazer carnal...

 

Ass: Graça da Praia das Flechas



Escrito por Snap_Skol às 20h59
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You (tradução)

Evanescence

Você

As palavras foram tiradas desse lápis
Doces palavras eu quero te dar
E eu não consigo dormir, preciso te dizer... boa noite

Quando estamos juntos me sinto perfeita
Quando sou afastado de você, eu desabo
Tudo o que você diz é sagrado pra mim
Seus olhos são tão azuis, eu não consigo olhar pra outro lugar
Quando nós deitamos na quietude
Você sussurra pra mim, Amy, case-se comigo, prometa que sempre
estará comigo.
Oh! você não precisa perguntar,
você sabe que você é tudo para quê vivo
Você sabe, eu morreria só pra te segurar, ficar com você
De alguma forma eu vou mostrar que você é meu céu noturno
Eu sempre estive atrás de você
Agora eu sempre estarei a seu lado

Muitas noites, eu chorei pra dormir
Agora que você me ama, eu me amo
Eu nunca pensei que diria isso
Eu nunca pensei que haveria, você



Escrito por Snap_Skol às 21h10
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A prisão do nosso ser

 

Prisão... É quando deixamos; nossos desejos e vontades.

 Encarcerados, dentro de nós mesmos.

 É quando deixamos de viver nosso momento.

Ocupar nosso espaço,seguir nossos passos.

 

Prisão... É quando deixamos de viver nosso próprio eu.

É quando nos interditamos, para sentir,

 Para amar , para gozar a vida,mesmo sofrida.

É se fazer ausênte, do ser que somos!!!

 

Prisão... São os caminhos que ,não quisemos percorrer....

 São as oportunidades perdidas...

Salvo ,que alguém as tenha aproveitado,

Em nosso lugar, por inconsequência nossa.

 

Prisão... São as feridas mal curadas, flechas não lançadas.

 Amores mal resovidos,desfecho de uma história, inacabada.

Alma trancada, encarcerada por um masoquismo sem lógica.

 

Prisão... É quando nós mesmos, criamos os muros,...absurdo!

 É a morte aos poucos do ser vivo,

que não pensa, que se prende em suas razões.

 Achando que pode achar soluções.

 

Prisão... É não voar...,não caminhar....não ir e voltar... não sonhar...,não permitir...não ousar....

 Não ver a luz do sol, das estrelas. Não ver a lua dos amantes.

Não opinar Não insistir...não ter perseverança. Não ter alma de criança.

Liberte-se do fantásma da Prisão.

 

 Prisão é manter-se com vendas nos olhos.

Viva a liberdade,e ouse com vontade

Aprisionando todo o tunel escuro que cerca,

 o nosso ser...Nos impedindo de viver....

 

Ass: Desconhecido



Escrito por Snap_Skol às 21h51
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